Ultrassom de Carótidas
Prevenção de AVC e infarto.
Ultrassom com Doppler colorido das artérias carótidas, que levam o sangue ao cérebro. Avalia placas de aterosclerose, espessura da parede e fluxo sanguíneo — ajuda a estimar e prevenir risco de AVC e infarto.
As artérias do pescoço vistas por dentro, sem radiação.
O ultrassom de carótidas com Doppler colorido avalia as carótidas — as artérias do pescoço que levam o sangue ao cérebro — em busca de placas de aterosclerose, espessamento da parede arterial e alterações no fluxo sanguíneo.
A aterosclerose é uma doença silenciosa e progressiva: as placas vão se formando ao longo de anos, sem nenhum sintoma, até que um evento agudo aconteça — como um AVC ou um infarto. O exame detecta essa doença muito antes do evento, quando ainda há toda chance de intervir pela prevenção.
Além das placas, o exame mede a espessura íntima-média (uma medida fina da parede arterial) e permite estimar o risco cardiovascular sistêmico — o que vale também para o coração, e não só para o cérebro.
Para quem o ultrassom de carótidas realmente faz diferença.
Histórico familiar de AVC ou infarto
Rastreio precoce em famílias com eventos vasculares.
Hipertensão de longa data
A pressão alta acelera a aterosclerose das artérias.
Diabetes ou pré-diabetes
O açúcar elevado lesa o endotélio arterial.
Colesterol alto (dislipidemia)
Principal fator para formação de placas.
Tabagismo
Ativo ou passivo recente.
Idade acima de 50 anos
Especialmente associado a outros fatores de risco.
Quatro etapas simples, do início ao laudo.
Tudo realizado no próprio consultório, com equipamento moderno e acompanhamento médico do início ao fim.
Posicionamento
Paciente deita com a cabeça levemente inclinada.
Aplicação do gel
Gel transparente é aplicado nos dois lados do pescoço.
Avaliação bilateral
A Dra. Fernanda avalia as carótidas direita e esquerda com o transdutor.
Laudo
Análise das medidas e laudo no contexto clínico.
Orientações para aproveitar seu exame ao máximo.
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Roupa com acesso fácil ao pescoçoEvite gola alta, colares e cachecóis.
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Sem creme ou perfume no pescoçoPode interferir na qualidade da imagem.
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Pode comer normalmenteO exame não exige jejum.
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Mantenha suas medicaçõesContinue os remédios habituais.
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Leve exames anterioresSe já fez ultrassom de carótidas antes, traga para comparação.
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Chegue alguns minutos antesPara começar relaxado.
Um laudo no contexto da sua história clínica.
As medidas isoladas do ultrassom de carótidas têm pouco valor — o que realmente importa é o contexto clínico do paciente. Uma espessura levemente aumentada significa coisas diferentes em uma pessoa de 70 anos saudável e em uma de 45 anos com hipertensão e colesterol alto.
A Dra. Fernanda integra os achados do exame com os outros fatores de risco — pressão, colesterol, açúcar, histórico familiar, tabagismo — para estimar o risco cardiovascular global e definir o plano de cuidado.
Quando há placas, há plano: controle de pressão, ajuste do colesterol e do açúcar, mudança de hábitos e, em alguns casos, medicação específica para reduzir a progressão. Prevenção concreta, com base em evidências.
Dra. Fernanda Nishioka
Cardiologista pelo Incor com mais de 26.000 pacientes atendidos desde 2013. Atende cardiologia adulta, infantil e conduz programas de emagrecimento, sempre baseados em evidências.
O que pacientes costumam perguntar.
O ultrassom de carótidas dói?
Não. É indolor — apenas o gel no pescoço e o transdutor deslizando suavemente.
Por que fazer se não sinto nada?
Justamente porque a aterosclerose é silenciosa. O exame antecipa o diagnóstico anos antes de um evento — quando ainda há muito a fazer pela prevenção.
Precisa de jejum?
Não. Pode comer e beber normalmente antes.
Quanto tempo dura?
20 a 30 minutos de exame, mais alguns minutos de preparo e finalização.
Quando sai o laudo?
Em poucos dias úteis, com interpretação feita pela Dra. Fernanda.
O exame avalia todas as artérias do corpo?
Não. Avalia as carótidas e vertebrais acessíveis pelo pescoço. Outras artérias podem exigir exames específicos, como tomografia ou angiorressonância.
Com que frequência repetir?
Em geral a cada 1 a 2 anos em quem tem fatores de risco. A médica define a periodicidade conforme o achado.
Pode fazer durante a gravidez?
Sim. O ultrassom não emite radiação e é seguro em qualquer fase da gestação.